ATE QUANDO VOCE VAI VIVER UMA VIDA LIMITADA

PILATES

Se as dores ou até mesmo aquela preguiça de fazer atividade física estão

deixando você para baixo, preste atenção em como o PILATES

vai ajudá-la a voltar a ter MOMENTOS DE PRAZER

ADEUS AUTOESTIMA?

 

Abaixar para brincar com a filha na sala de casa e ser golpeada por uma insuportável dor nas costas ao tentar se levantar é um castigo que você não merece, não é verdade?

 

Desistir de se exercitar no parque porque as dores, depois, arruinarão seu dia e prejudicarão seu convívio com as amigas não pode prevalecer sobre o seu desejo de viver de maneira ativa e intensa, com o máximo de vigor mental e físico.

 

Nós sabemos que as dores não são apenas reflexos de problemas físicos, as dores afetam a nossa autoestima e nos trazem uma sensação de impossibilidade que diminui, quando não extingue, muitos dos nossos anseios e, até mesmo, sonhos.

CORPO E MENTE

A neurociência comprovou, há poucas décadas, o que o alemão Joseph Hubertus Pilates (foto) já sabia no início do século XX: corpo e mente formam uma unidade e o bem-estar passa pelo desenvolvimento combinado do físico, do intelecto e das emoções.

 

Pilates foi um dos primeiros a entender que a saúde das costas, por exemplo, exigia, antes, exercícios físicos, feitos sob profundo controle mental, para o corpo todo.

 

Esse princípio tem relação com a origem do método criado por ele, que surge para fortalecer e recuperar, mental e fisicamente, feridos da Primeira Guerra Mundial. O trabalho foi um sucesso e virou verdadeiro instrumento de superação e autodesenvolvimento.

 

Assim, Pilates, hoje é sinônimo de força com flexibilidade, de menos dor, mais prazer, satisfação dos anseios e realização de sonhos.

TRANSFORMANDO VIDAS

AMOR DE MÃE

Eu busquei o PAFI depois de viver uma experiência angustiante. Durante um passeio de fim de semana, estava na piscina com meu filho de três anos, quando o coloquei de pé na borda e ele correu na direção da piscina dos adultos. Eu tentei sair da piscina para pegá-lo antes que mergulhasse, mas não conseguia, não tive agilidade suficiente. Um amigo o segurou, mas a experiência me marcou e eu não podia mais viver com a possibilidade de perder meu filho por não conseguir sair, rápido, de dentro de uma piscina. Resolvi fazer alguma coisa.

 

Hoje, não apenas sou capaz de sair da piscina, como seguro o caçula no colo por muito mais tempo do que segurava e, agora, com a vantagem de não sentir dores depois. Meu metabolismo deixou de ser preguiçoso: brinco com meus dois filhos com muito mais frequência e disposição, subo ladeiras sem precisar parar para tomar fôlego e minha gordura corporal, que estava em 44,58%, índice perigoso à saúde, passou a 30,66%… Deixei o grupo de risco.

 

Gabriela

 

 

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